Afogamento de mulher em clube pode ter sido acidental, aponta polícia de Varginha

A morte de Márcia Alvarenga Braga, de 71 anos, encontrada afogada na piscina do Clube Campestre, em Varginha na manhã de domingo (21), pode ter sido acidental. A Polícia Civil recebeu o laudo da perícia médica que não encontrou marcas de violência no corpo. Para o delegado Antônio Carlos Buttignon, tudo indica que a mulher pode ter ido nadar quando se afogou. A causa do afogamento ainda não foi esclarecida.

O médico legista Valério José de Paula Victor, que fez o laudo, também acredita na possibilidade de acidente. "Não tinha evidência de violência ou de doença prévia. Ela pode ter entrado na piscina querendo nadar", disse.

O corpo de Márcia foi encontrado por volta das 6h deste domingo por funcionários do clube. Segundo familiares, Márcia era sócia e frequentadora do clube e, na tarde de sábado (20), esteve em um churrasco que acontecia no local. A princípio, ela teria ficado pouco tempo na festa, mas não há relato de que alguém a tenha visto depois disso. A diretoria do Clube Campestre informou que não vai se manifestar sobre o ocorrido.

O delegado suspeita que o corpo não foi encontrado imediatamente porque ficou preso em um ponto da piscina. "O corpo não foi encontrado porque ela estava embaixo de uma ponte que atravessa a piscina, por isso o funcionário só achou quando foi fazer a limpeza", avaliou Buttignon.

G1